
Atualidades
IBGE: 62,4% das empresas foram afetadas negativamente pela pandemia
A pandemia de covid-19 afetou negativamente as atividades de 62,4% das 2,8 milhões de empresas em funcionamento na segunda quinzena…
30/07/2020 às 15:36h | Notícias
Atualidades
IBGE: 62,4% das empresas foram afetadas negativamente pela pandemia
A pandemia de covid-19 afetou negativamente as atividades de 62,4% das 2,8 milhões de empresas em funcionamento na segunda quinzena…
30/07/2020 às 15:36h | Notícias
Direito Eleitoral
STF discute abuso de poder religioso nas eleições
Está em discussão a possibilidade de o abuso de poder religioso ser considerado um novo tipo de abuso de poder, diferente dos…
30/07/2020 às 14:09h | Destaque | Notícias | Política | Principal
Direito Eleitoral
STF discute abuso de poder religioso nas eleições
Está em discussão a possibilidade de o abuso de poder religioso ser considerado um novo tipo de abuso de poder, diferente dos…
30/07/2020 às 14:09h | Destaque | Notícias | Política | Principal
Entenda as Eleições
TSE cria um antecedente perigoso
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em decisão incomum, decidiu que prefeitos com mandatos cassados não deverão ser afastados durante o…
30/07/2020 às 13:54h | Destaque | Entenda as Eleições | Notícias | Opinião | Política | Principal
Entenda as Eleições
TSE cria um antecedente perigoso
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em decisão incomum, decidiu que prefeitos com mandatos cassados não deverão ser afastados durante o…
30/07/2020 às 13:54h | Destaque | Entenda as Eleições | Notícias | Opinião | Política | Principal
Atualidades
Portaria permite recontratação de funcionário demitido antes de 90 dias
O Governo Federal decidiu que vai permitir a recontratação de funcionários que foram demitidos em menos de 90 dias. A…
29/07/2020 às 16:08h | Destaque | Economia
Atualidades
Portaria permite recontratação de funcionário demitido antes de 90 dias
O Governo Federal decidiu que vai permitir a recontratação de funcionários que foram demitidos em menos de 90 dias. A…
29/07/2020 às 16:08h | Destaque | Economia
Economia
Empréstimo consignado deve ser usado de forma consciente
Em tempos de crise financeira o empréstimo é sempre uma alternativa para quem está com a renda comprometida em razão…
29/07/2020 às 16:01h | Destaque | Economia
Economia
Empréstimo consignado deve ser usado de forma consciente
Em tempos de crise financeira o empréstimo é sempre uma alternativa para quem está com a renda comprometida em razão…
29/07/2020 às 16:01h | Destaque | Economia
Politica
Lei prorroga prazo para reuniões e assembleias gerais ordinárias
O presidente Jair Bolsonaro sancionou a lei que prorroga os prazos para a realização de reuniões e assembleias gerais ordinárias…
29/07/2020 às 15:40h | Destaque | Principal
Politica
Lei prorroga prazo para reuniões e assembleias gerais ordinárias
O presidente Jair Bolsonaro sancionou a lei que prorroga os prazos para a realização de reuniões e assembleias gerais ordinárias…
29/07/2020 às 15:40h | Destaque | Principal
Economia
Taxas de juros para empresas e famílias recuam em junho, diz BC
As empresas e famílias pagaram taxas de juros mais baixas em junho, informou hoje (29) o Banco Central (BC), ao divulgar as…
29/07/2020 às 15:35h | Economia | Notícias | Principal
Economia
Taxas de juros para empresas e famílias recuam em junho, diz BC
As empresas e famílias pagaram taxas de juros mais baixas em junho, informou hoje (29) o Banco Central (BC), ao divulgar as…
29/07/2020 às 15:35h | Economia | Notícias | Principal
Atualidades
Profissionais de saúde de Niterói vão testar vacina contra covid-19
A prefeitura de Niterói, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Instituto Butantan, de São Paulo, acertaram uma parceria para…
29/07/2020 às 15:27h | Notícias | Principal
Atualidades
Profissionais de saúde de Niterói vão testar vacina contra covid-19
A prefeitura de Niterói, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Instituto Butantan, de São Paulo, acertaram uma parceria para…
29/07/2020 às 15:27h | Notícias | Principal
Saúde pública
Em live da Megasoft, especialista orienta gestores sobre despesa com a pandemia
Para enfrentar a pandemia do novo Coronavírus os recursos chegaram de todos os lados, seja por meio de emendas parlamentares, pelos créditos…
29/07/2020 às 14:15h | Destaque | Notícias | Política | Principal
Saúde pública
Em live da Megasoft, especialista orienta gestores sobre despesa com a pandemia
Para enfrentar a pandemia do novo Coronavírus os recursos chegaram de todos os lados, seja por meio de emendas parlamentares, pelos créditos…
29/07/2020 às 14:15h | Destaque | Notícias | Política | Principal
Gestão pública
Agentes públicos precisam ter atenção às condutas vedadas
O período de pré-campanha aumentou em 42 dias, porém desde o início do ano já existem diversas condutas que são…
29/07/2020 às 11:47h | Notícias | Política | Principal
Gestão pública
Agentes públicos precisam ter atenção às condutas vedadas
O período de pré-campanha aumentou em 42 dias, porém desde o início do ano já existem diversas condutas que são…
29/07/2020 às 11:47h | Notícias | Política | Principal
A reforma administrativa é um dos temas que têm mobilizado o Parlamento e a sociedade brasileira em 2020. No Congresso Nacional, duas frentes parlamentares foram abertas com o objetivo de influir diretamente nos rumos da reforma, enquanto o governo ainda não envia seu projeto formal. São elas a Frente Parlamentar Mista da Reforma Administrativa e a Frente Parlamentar Mista do Serviço Público. A Agência Senado entrevistou os senadores que coordenam essas frentes no Senado: Antonio Anastasia (PSD-MG) — que, juntamente com Katia Abreu (PP-TO), atua na frente pela reforma administrativa — e Paulo Paim (PT-RS), coordenador da frente que defende o serviço público. Os senadores mostram visões diferentes sobre o tema, que devem inclusive nortear o debate daqui para a frente. Confira. Antonio Anastasia: "Reforma é crucial para retomada do crescimento econômico" Agência Senado — As discussões sobre a reforma administrativa têm sido retomadas no Parlamento e na sociedade, após o baque causado pela pandemia do coronavírus, que paralisou um pouco esse debate desde o início do ano. Mas um problema levantado por muitos, como o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, é que o governo até hoje ainda não encaminhou o projeto. O sr. acredita que ainda há tempo hábil para aprovar um tema tão complexo em 2020? Antonio Anastasia — Eu vejo a reforma administrativa mais como um conjunto de projetos de mudanças na legislação, que pode envolver uma ou duas PECs [propostas de emendas à Constituição], além de leis ordinárias e complementares. Hoje em dia, as reformas administrativas deveriam ser um tópico permanente para os gestores e governos, pois a administração pública é dinâmica e deve ser constantemente modernizada. Esta reforma de hoje, que precisa ser feita com urgência, é muito difícil dizer se será aprovada em 2020. Especialmente no que tange às normas infraconstitucionais. São temas privativos do Poder Executivo, e o governo ainda não enviou nada. Podemos aprovar alguma coisa ainda em 2020, mas uma reforma robusta ainda vai ter que esperar um pouco mais. AS — Em que dimensão a reforma administrativa é importante para a retomada do crescimento econômico? AA — A reforma administrativa é crucial para a retomada do crescimento econômico. O que já era urgente antes da pandemia ficou ainda mais urgente. Infelizmente, o pós-pandemia no Brasil vai ser muito difícil, com empobrecimento generalizado, queda do PIB, desemprego e recessão. Vão ser necessárias ações veementes e estruturadas, para que o país supere este quadro. Um dos instrumentos para a retomada econômica será reformar o Estado. No Brasil, o Estado é um grande gerador de riquezas, o Estado-empresário é muito presente. Por isso mesmo deve ser menos burocratizado, permitindo uma melhor operacionalização por parte dos agentes privados. A curto e médio prazo, a reforma administrativa vai apresentar efeitos financeiros mais robustos que a reforma tributária, porque esta última será implantada gradualmente. Já a reforma administrativa impacta diretamente o "custo Brasil", melhorando o ambiente de negócios, com reflexos na produtividade econômica. Haverá mais segurança jurídica inclusive para a atração de investimentos externos, pois esses investidores perceberão o foco do Estado brasileiro em estratégias modernizadoras. AS — Mas talvez a preocupação principal do cidadão esteja na prestação efetiva dos serviços públicos. Em que medida a reforma administrativa pode se refletir na melhoria dessa prestação de serviços, nas mais diversas áreas em que o Estado atua? AA — A reforma administrativa baseia-se justamente em melhorar os serviços públicos. Sendo assim, afetará o cidadão diretamente. Acho que a maioria da população ainda não se dá conta da diferença que uma gestão dinâmica e modernizada pode fazer. A melhoria da gestão no poder público vai se refletir em todas as políticas, inclusive na educação, saúde, segurança e infraestrutura. Mas isso se fizermos, de fato, uma boa reforma. É hora de o governo federal ter liderança, coragem e uma boa articulação com o Parlamento. O Brasil precisa superar seu atraso crônico no que tange à gestão da coisa pública. Paulo Paim: "O Brasil precisa investir mais no serviço público" Agência Senado — Na condição de coordenador da Frente Parlamentar Mista do Serviço Público, o sr. teme que uma eventual reforma administrativa leve a uma maior ineficiência na prestação desses serviços? Paulo Paim — Quando veio a pandemia, até mesmo os maiores críticos do serviço público neste país se viram na obrigação de mudar seus discursos. Ficou claro para todos a relevância do Sistema Único de Saúde [SUS], da segurança pública e dos serviços sociais prestados pelo Estado nos três níveis administrativos. Por isso eu temo, sim, que a reforma administrativa leve a uma precarização do setor público. Porque todo esse discurso é baseado em teorias de Estado mínimo e enxugamento da máquina. O atendimento ao público na saúde, na Previdência Social, na assistência e em outras áreas pode acabar perdendo em qualidade, caso o servidor público não seja valorizado. O grande problema do Brasil é que, ao contrário do que dizem, investe muito pouco no setor público. Apenas 2% do produto interno bruto (PIB) é investido na infraestrutura pública, e esse investimento está estagnado desde a década de 1980. Enquanto isso, os demais países emergentes têm aplicado ao menos 5% do PIB de forma contínua, anos a fio. É inclusive parte da estratégia econômica desses países para gerar emprego e renda em massa. AS — O sr. teme que a reforma administrativa acabe com a estabilidade do servidor público? PP — Já existem diversas iniciativas no Parlamento tentando acabar com a estabilidade do servidor público. E isso é um grande equívoco, porque quando você acaba com a estabilidade, você põe todos os servidores como reféns do governante de plantão. Imagina isso multiplicado nos 5.570 municípios do país, nos 27 estados e mesmo em toda a estrutura que trabalha para o governo federal. A cada eleição, milhões serão demitidos para que outros sejam postos nesses cargos. E outra coisa, interessará aos próprios governantes o inchaço artificial das máquinas, sem nenhuma racionalidade de gestão, visando estratégias eleitoreiras. Os governos devem passar, e as políticas de Estado devem permanecer. E cabe ao servidor público dar continuidade às boas políticas, independentemente de quem seja o governante ou o partido. É a estabilidade que protege o servidor, e portanto a sociedade, de eventuais abusos de poder político que poderiam ser ainda mais cometidos neste país. Articulação A Frente Parlamentar Mista da Reforma Administrativa fez na quinta-feira (23) um debate com políticos e economistas. Foi nesse evento que o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, cobrou mais agilidade do governo no envio da reforma administrativa. — Nós temos 12 meses pra fazê-la. Se deixar pra apresentar o texto em 2021, pode esquecer, porque a Casa revisora vai fazer a conta de que tem que votar no segundo semestre. Aí morreu, ninguém vai votar nada no segundo semestre — acredita Maia, fazendo referência ao calendário eleitoral. O presidente da Câmara explicitou seu entendimento de que, se a reforma administrativa não nascer do governo federal, mesmo que aprovada, cairá após contestação no Supremo Tribunal Federal (STF) por "vício de iniciativa". Ele lembrou que ministros como Celso de Mello e Marco Aurélio Mello já se manifestaram sobre esse ponto. Maia ainda informou que está articulando, juntamente com o ministro da Economia, Paulo Guedes, uma visita de líderes parlamentares ao presidente Jair Bolsonaro. Na pauta, a busca de um texto de consenso para a reforma administrativa. No debate de quinta-feira, a economista Ana Carla Abrão pediu que a reforma administrativa estabeleça mecanismos efetivos de avaliação de desempenho dos servidores, "como já ocorre nos EUA, Inglaterra, Canadá, Austrália, Nova Zelândia e Chile, entre muitos outros países". Fonte: Agência Senado
Reforma administrativa: Anastasia defende mudanças e Paim vê risco de retrocesso
A reforma administrativa é um dos temas que têm mobilizado o Parlamento e a sociedade brasileira em 2020. No Congresso…
28/07/2020 às 16:07h | Notícias
A reforma administrativa é um dos temas que têm mobilizado o Parlamento e a sociedade brasileira em 2020. No Congresso Nacional, duas frentes parlamentares foram abertas com o objetivo de influir diretamente nos rumos da reforma, enquanto o governo ainda não envia seu projeto formal. São elas a Frente Parlamentar Mista da Reforma Administrativa e a Frente Parlamentar Mista do Serviço Público. A Agência Senado entrevistou os senadores que coordenam essas frentes no Senado: Antonio Anastasia (PSD-MG) — que, juntamente com Katia Abreu (PP-TO), atua na frente pela reforma administrativa — e Paulo Paim (PT-RS), coordenador da frente que defende o serviço público. Os senadores mostram visões diferentes sobre o tema, que devem inclusive nortear o debate daqui para a frente. Confira. Antonio Anastasia: "Reforma é crucial para retomada do crescimento econômico" Agência Senado — As discussões sobre a reforma administrativa têm sido retomadas no Parlamento e na sociedade, após o baque causado pela pandemia do coronavírus, que paralisou um pouco esse debate desde o início do ano. Mas um problema levantado por muitos, como o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, é que o governo até hoje ainda não encaminhou o projeto. O sr. acredita que ainda há tempo hábil para aprovar um tema tão complexo em 2020? Antonio Anastasia — Eu vejo a reforma administrativa mais como um conjunto de projetos de mudanças na legislação, que pode envolver uma ou duas PECs [propostas de emendas à Constituição], além de leis ordinárias e complementares. Hoje em dia, as reformas administrativas deveriam ser um tópico permanente para os gestores e governos, pois a administração pública é dinâmica e deve ser constantemente modernizada. Esta reforma de hoje, que precisa ser feita com urgência, é muito difícil dizer se será aprovada em 2020. Especialmente no que tange às normas infraconstitucionais. São temas privativos do Poder Executivo, e o governo ainda não enviou nada. Podemos aprovar alguma coisa ainda em 2020, mas uma reforma robusta ainda vai ter que esperar um pouco mais. AS — Em que dimensão a reforma administrativa é importante para a retomada do crescimento econômico? AA — A reforma administrativa é crucial para a retomada do crescimento econômico. O que já era urgente antes da pandemia ficou ainda mais urgente. Infelizmente, o pós-pandemia no Brasil vai ser muito difícil, com empobrecimento generalizado, queda do PIB, desemprego e recessão. Vão ser necessárias ações veementes e estruturadas, para que o país supere este quadro. Um dos instrumentos para a retomada econômica será reformar o Estado. No Brasil, o Estado é um grande gerador de riquezas, o Estado-empresário é muito presente. Por isso mesmo deve ser menos burocratizado, permitindo uma melhor operacionalização por parte dos agentes privados. A curto e médio prazo, a reforma administrativa vai apresentar efeitos financeiros mais robustos que a reforma tributária, porque esta última será implantada gradualmente. Já a reforma administrativa impacta diretamente o "custo Brasil", melhorando o ambiente de negócios, com reflexos na produtividade econômica. Haverá mais segurança jurídica inclusive para a atração de investimentos externos, pois esses investidores perceberão o foco do Estado brasileiro em estratégias modernizadoras. AS — Mas talvez a preocupação principal do cidadão esteja na prestação efetiva dos serviços públicos. Em que medida a reforma administrativa pode se refletir na melhoria dessa prestação de serviços, nas mais diversas áreas em que o Estado atua? AA — A reforma administrativa baseia-se justamente em melhorar os serviços públicos. Sendo assim, afetará o cidadão diretamente. Acho que a maioria da população ainda não se dá conta da diferença que uma gestão dinâmica e modernizada pode fazer. A melhoria da gestão no poder público vai se refletir em todas as políticas, inclusive na educação, saúde, segurança e infraestrutura. Mas isso se fizermos, de fato, uma boa reforma. É hora de o governo federal ter liderança, coragem e uma boa articulação com o Parlamento. O Brasil precisa superar seu atraso crônico no que tange à gestão da coisa pública. Paulo Paim: "O Brasil precisa investir mais no serviço público" Agência Senado — Na condição de coordenador da Frente Parlamentar Mista do Serviço Público, o sr. teme que uma eventual reforma administrativa leve a uma maior ineficiência na prestação desses serviços? Paulo Paim — Quando veio a pandemia, até mesmo os maiores críticos do serviço público neste país se viram na obrigação de mudar seus discursos. Ficou claro para todos a relevância do Sistema Único de Saúde [SUS], da segurança pública e dos serviços sociais prestados pelo Estado nos três níveis administrativos. Por isso eu temo, sim, que a reforma administrativa leve a uma precarização do setor público. Porque todo esse discurso é baseado em teorias de Estado mínimo e enxugamento da máquina. O atendimento ao público na saúde, na Previdência Social, na assistência e em outras áreas pode acabar perdendo em qualidade, caso o servidor público não seja valorizado. O grande problema do Brasil é que, ao contrário do que dizem, investe muito pouco no setor público. Apenas 2% do produto interno bruto (PIB) é investido na infraestrutura pública, e esse investimento está estagnado desde a década de 1980. Enquanto isso, os demais países emergentes têm aplicado ao menos 5% do PIB de forma contínua, anos a fio. É inclusive parte da estratégia econômica desses países para gerar emprego e renda em massa. AS — O sr. teme que a reforma administrativa acabe com a estabilidade do servidor público? PP — Já existem diversas iniciativas no Parlamento tentando acabar com a estabilidade do servidor público. E isso é um grande equívoco, porque quando você acaba com a estabilidade, você põe todos os servidores como reféns do governante de plantão. Imagina isso multiplicado nos 5.570 municípios do país, nos 27 estados e mesmo em toda a estrutura que trabalha para o governo federal. A cada eleição, milhões serão demitidos para que outros sejam postos nesses cargos. E outra coisa, interessará aos próprios governantes o inchaço artificial das máquinas, sem nenhuma racionalidade de gestão, visando estratégias eleitoreiras. Os governos devem passar, e as políticas de Estado devem permanecer. E cabe ao servidor público dar continuidade às boas políticas, independentemente de quem seja o governante ou o partido. É a estabilidade que protege o servidor, e portanto a sociedade, de eventuais abusos de poder político que poderiam ser ainda mais cometidos neste país. Articulação A Frente Parlamentar Mista da Reforma Administrativa fez na quinta-feira (23) um debate com políticos e economistas. Foi nesse evento que o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, cobrou mais agilidade do governo no envio da reforma administrativa. — Nós temos 12 meses pra fazê-la. Se deixar pra apresentar o texto em 2021, pode esquecer, porque a Casa revisora vai fazer a conta de que tem que votar no segundo semestre. Aí morreu, ninguém vai votar nada no segundo semestre — acredita Maia, fazendo referência ao calendário eleitoral. O presidente da Câmara explicitou seu entendimento de que, se a reforma administrativa não nascer do governo federal, mesmo que aprovada, cairá após contestação no Supremo Tribunal Federal (STF) por "vício de iniciativa". Ele lembrou que ministros como Celso de Mello e Marco Aurélio Mello já se manifestaram sobre esse ponto. Maia ainda informou que está articulando, juntamente com o ministro da Economia, Paulo Guedes, uma visita de líderes parlamentares ao presidente Jair Bolsonaro. Na pauta, a busca de um texto de consenso para a reforma administrativa. No debate de quinta-feira, a economista Ana Carla Abrão pediu que a reforma administrativa estabeleça mecanismos efetivos de avaliação de desempenho dos servidores, "como já ocorre nos EUA, Inglaterra, Canadá, Austrália, Nova Zelândia e Chile, entre muitos outros países". Fonte: Agência Senado
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A reforma administrativa é um dos temas que têm mobilizado o Parlamento e a sociedade brasileira em 2020. No Congresso…
28/07/2020 às 16:07h | Notícias
Politica
Senadores querem aumentar alcance do Pronampe
Os senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Paulo Paim (PT-RS) apresentaram projetos de lei que têm por objetivo aperfeiçoar o Programa Nacional…
28/07/2020 às 16:03h | Política | Principal
Politica
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28/07/2020 às 16:03h | Política | Principal
Atualidades
EUA: número recorde de mulheres negras concorrerá ao Congresso
A parlamentar do estado do Arkansas (EUA) Joyce Elliott, que buscará uma vaga no Congresso norte-americano em novembro, foi apenas a…
28/07/2020 às 16:00h | Atualidades | Destaque
Atualidades
EUA: número recorde de mulheres negras concorrerá ao Congresso
A parlamentar do estado do Arkansas (EUA) Joyce Elliott, que buscará uma vaga no Congresso norte-americano em novembro, foi apenas a…
28/07/2020 às 16:00h | Atualidades | Destaque
Economia
CNJ tem regras para estimular conciliação em falências de empresas
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou neste mês regras para estimular a conciliação nos processos de recuperação judicial e…
28/07/2020 às 15:57h | Economia
Economia
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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou neste mês regras para estimular a conciliação nos processos de recuperação judicial e…
28/07/2020 às 15:57h | Economia
Economia
Custo da construção nacional cresce 0,84% em julho
O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), variou 0,84% em julho…
28/07/2020 às 15:54h | Economia | Principal
Economia
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O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), variou 0,84% em julho…
28/07/2020 às 15:54h | Economia | Principal
Saúde pública
Financiamento no combate à Covid-19 pode aliviar gestores públicos
Um dos meios que os gestores públicos têm para aliviar as contas municipais são os recursos federais e estaduais, que…
28/07/2020 às 12:00h | Destaque | Notícias | Política | Principal
Saúde pública
Financiamento no combate à Covid-19 pode aliviar gestores públicos
Um dos meios que os gestores públicos têm para aliviar as contas municipais são os recursos federais e estaduais, que…
28/07/2020 às 12:00h | Destaque | Notícias | Política | PrincipalExpresso 360 nas Eleições
E360 nas Eleições – Investigação de ameaças contra o Supremo segue de forma sigilosa
O Supremo Tribunal Federal (STF) está investigando ações de grupos ligados ao presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), contra…
28/07/2020 às 10:00h | Destaque | Expresso 360 nas Eleições 2020 | Notícias | Opinião | Podcasts | Política | PrincipalExpresso 360 nas Eleições
E360 nas Eleições – Investigação de ameaças contra o Supremo segue de forma sigilosa
O Supremo Tribunal Federal (STF) está investigando ações de grupos ligados ao presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), contra…
28/07/2020 às 10:00h | Destaque | Expresso 360 nas Eleições 2020 | Notícias | Opinião | Podcasts | Política | Principal
Economia
Propostas repassam lucro do Banco Central para combate à pandemia
Senadores da oposição querem que o Banco Central dê sua contribuição no combate à pandemia do novo coronavírus. Para isso,…
27/07/2020 às 15:34h | Destaque | Economia
Economia
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Senadores da oposição querem que o Banco Central dê sua contribuição no combate à pandemia do novo coronavírus. Para isso,…
27/07/2020 às 15:34h | Destaque | Economia
Atualidades
Investimentos no Tesouro Direto superaram resgates em R$ 330 milhões
Foram realizadas 405.828 operações de investimento em títulos do Tesouro Direto em junho, no valor total de R$ 2,05 bilhões….
27/07/2020 às 15:30h | Destaque
Atualidades
Investimentos no Tesouro Direto superaram resgates em R$ 330 milhões
Foram realizadas 405.828 operações de investimento em títulos do Tesouro Direto em junho, no valor total de R$ 2,05 bilhões….
27/07/2020 às 15:30h | Destaque
Atualidades
Começam amanhã as inscrições para o Fies
Começam nesta terça-feira (28) e seguem até 31 de julho, pelo site as inscrições no processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil…
27/07/2020 às 15:26h | Educação | Principal
Atualidades
Começam amanhã as inscrições para o Fies
Começam nesta terça-feira (28) e seguem até 31 de julho, pelo site as inscrições no processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil…
27/07/2020 às 15:26h | Educação | Principal