Líder no segundo voto para o Senado, Dr. Zacharias cresce quase 5 pontos em pesquisa do Mais Goiás

8 de setembro de 2026 às 16:43

Dados divulgados nesta terça-feira (8) apontam crescimento do deputado federal, que saiu de 29,9% para 34,6% nas intenções de voto totais e o parlamentar empatado na disputa pela segunda cadeira nas eleições deste ano

O deputado federal e candidato a senador Dr. Zacharias Calil (MDB) cresceu 4,7 pontos na corrida para o Senado num período de três semanas e lidera a pesquisa como segunda opção de voto. O dado é do Instituto Goiás Pesquisas/Mais Goiás e aponta que o parlamentar saltou de 29,9% das intenções de voto totais, em agosto, para 34,6%, na pesquisa divulgada pelo Instituto nesta terça-feira (8). 

O aumento do percentual total de votos a Calil foi impulsionado pelo crescimento das intenções de voto do emedebista como segunda opção entre os eleitores de todo Estado. O deputado federal saiu de 15,5%, na pesquisa divulgada no dia 14/8, para 20,1% nesta terça-feira (8/9). Esse crescimento ocorreu após Calil atrelar sua imagem à campanha do governador e candidato à reeleição, Daniel Vilela (MDB).

Dr. Zacharias Calil empata com o também deputado federal Gustavo Gayer (PL), dentro da margem de erro de 2,77 pontos percentuais (pp) para mais ou para menos. O liberal caiu 6,6 pontos de agosto a setembro, e saiu de 43% para 36,4% nos votos totais, somadas a primeira e segunda pesquisa de intenção de votos. 

A ex-primeira-dama Gracinha Caiado (UB) é quem lidera a corrida para o Senado, de acordo com o Instituto. A candidata soma 46% das intenções de voto. 

Confira as intenções de voto

Goiás Pesquisas (GO-06294/2026)

Votos totais (somatória da primeira e segunda intenção de voto)

Primeiro voto

Segundo voto

Metodologia das pesquisas

A pesquisa foi divulgada pelo portal Mais Goiás, que contratou o Instituto e registrou a pesquisa no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com o código GO-06294/2026. Ao todo, foram realizadas 1.250 entrevistas com eleitores de todo Estado entre os dias 3 e 4 de setembro. A margem de erro registrada pelo Instituto foi de 2,77 pontos percentuais para mais ou para menos, e o intervalo de confiança é de 95%.

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