Ginástica artística cresce entre atividades extras de crianças em Goiás

5 de maio de 2026 às 12:02

Atividade atrai crianças por combinar cambalhotas, saltos e dança

Em Goiás, a ginástica artística tem se tornado uma das atividades extras mais procuradas por crianças de diferentes idades. A modalidade, que faz parte das Olimpíadas, chama atenção por envolver cambalhotas, saltos e dança.

Ao contrário do que muitos pensam, não há um tipo físico ideal para praticar ginástica artística. Crianças de diferentes alturas e pesos podem participar da atividade.

Segundo o empresário Mário Sérgio, ginasta profissional com 25 anos de experiência, a procura pela modalidade cresceu nos últimos anos. Isso porque a atividade ajuda a gastar energia de forma saudável e divertida. Além disso, é uma alternativa para reduzir o tempo das crianças nas telas.

“Muitos pais procuram a ginástica para tirar os filhos do sedentarismo e estimular o desenvolvimento físico, mental e social”, disse.

Fundador e CEO da MS Ginástica Artística, com unidades em quatro estados, Mário afirma que a modalidade é segura, divertida e ajuda no desenvolvimento do corpo.

“A criança precisa se movimentar. A ginástica artística organiza essa energia em uma prática segura e educativa, ajudando no desenvolvimento da coordenação, força e controle do corpo”, destacou o CEO.

Desenvolvimento infantil

Segundo Mário Sérgio, a ginástica artística ajuda no desenvolvimento infantil. A prática exige concentração e, com o tempo, aumenta o nível de comprometimento das crianças.

“A energia da criança passa a ser direcionada para atividades que estimulam disciplina, persistência e desenvolvimento físico e emocional”, destacou.

Segundo o ginasta, a prática desenvolve habilidades importantes na infância e que também ajudam na vida adulta, como a flexibilidade e o preparo físico para outros esportes.

“Entre os principais benefícios estão coordenação motora, equilíbrio, força, flexibilidade e agilidade. A atividade também melhora a postura e o controle dos movimentos”, disse.